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GUIA PRÁTICO DE IDENTIFICAÇÃO DE MAUS-TRATOS

 1º passo: Observação do Comportamento da Criança
- Teme exageradamente os pais.
- Falta constantemente à escola, devido ao período de convalescença e processo de cicatrização dos maus-tratos sofridos.
- Geralmente é uma criança nervosa e em constante estado de alerta.
- Busca ocultar as lesões sofridas por temer represálias por parte do agressor.
- Pode tornar-se extremamente tímida e desconfiada com relação a todos que a cercam.
- Pode vir a tornar-se depressiva, isolada e muito triste.
- Choro insistente e sem explicação de crianças de tenra idade à aproximação do pai, mãe, babá, ou outro cuidador.
 

2º passo: Observação do Comportamento do Agressor
- Não vê a criança como um sujeito de direitos, mas sim como um objeto de sua propriedade.
- Descreve a criança como preguiçosa, de má índole e causadora de problemas.
- Defende a aplicação de disciplina severa.
- Demonstra irritação e pouca paciência com o comportamento próprio das crianças. (Ex: Correr, falar alto, sujar a roupa, etc).
- Mente quando indagado sobre a causa das lesões da criança, dificilmente reconhecendo sua culpa.
- Atribui à criança a causa de problemas existentes no lar.
- Temperamento autoritário e controlador.
- Pode apresentar distúrbios psicológicos ou psiquiátricos.

3º passo: Observação do Comportamento da Família
- Geralmente ocorre a cumplicidade silenciosa entre os cônjuges.
- Rigidez exacerbada no que diz respeito aos valores religiosos, morais e educacionais. 

- Registro de violência doméstica contra a mulher.   

                        

 


IMPORTANTE: devemos basear um diagnóstico de maus-tratos levando em consideração um conjunto de características e não apenas fatos isolados.

 Quer saber mais? Acesse o site.

Postado por Sabrina e Luana às 20h55
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Em média, 18 mil crianças são vítimas de violência doméstica por dia no Brasil. 

O perigo está mais próximo do que se imagina. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram que 80% das agressões físicas contra crianças e adolescentes foram causadas por parentes próximos. Ainda de acordo com o Unicef, de hora em hora morre uma criança queimada, torturada ou espancada pelos próprios pais.

Segundo o professor Vicente Faleiros, do Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília (UnB), cerca de 70% das denúncias de agressão física contra crianças foram praticadas pela própria mãe. O professor afirma ainda que o abuso sexual normalmente é praticado pelo pai ou padrasto.

Os tipos de agressão infantil são diversos. Os mais comuns são a violência física, a psicológica e a sexual.

Na nossa opinião bater definitivamente não é a melhor solução. Para nós, o ideal é o diálogo, pois é mais eficaz explicar para a criança as conseqüências de seus atos e como você se sente decepcionado com isso, do que bater nela. Além de melhorar o relacionamento com a criança, esse tipo de atitude acaba evitando que ela se torne um agressor no futuro.

Entre as causas da violência infantil está o trauma de quem foi agredido quando criança. Pais que quando crianças foram vítimas de violência doméstica tendem a repetir as agressões em seus filhos.

  O que levaria o agente agressor a tanta barbárie? 


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Denuncie

Quem suspeita de que uma criança esteja sofrendo agressão de qualquer forma deve encaminhar a denúncia para o Conselho Tutelar ou para o Ministério Público de sua cidade o mais rápido possível. Se ficar provado que a criança é vítima de maus tratos, o agressor será punido, e a guarda da criança passará a ser do parente mais próximo.

No caso de maus tratos, a pena varia de dois meses a um ano. Se a agressão resultar em lesão corporal de natureza grave, a pessoa pode pegar de 1 a 4 anos. Já no caso de morte, o agressor pode ser condenado de 4 a 12 anos. Para saber qual o telefone do Conselho Tutelar mais perto de sua casa, ligue para o número 100 (ligação gratuita).

Postado por Sabrina e Luana às 20h05
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. Sobre Violência Infantil
. Entrevista com a psicóloga Anna Christina Cardoso de Mello
. Reconhecendo e denunciando o abuso infantil
. Alguns direitos das crianças
. Reportagem sobre o caso Polyana Cristina

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