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Casos de maus-tratos como o praticado pela procuradora aposentada Vera Lúcia Sant´Anna Gomes, 57, que está sendo investigada por agredir uma menina de dois anos, estão cada vez mais presentes nos noticiários, o que nos deixa muito assustados sobre a questão da violência infantil no país. A criança estava sob a guarda da procuradora e adotada em 14 de março. Pouco tempo depois, isso no dia 15 de abril, uma equipe da Vara da Infância, acompanhada de uma juíza, uma promotora e oficial de Justiça, foi à casa da procuradora e encontrou a menina machucada e com os olhos inchados. Para os pais e pessoas que assistem as notícias sobre o caso, o sentimento é de que se faça justiça, que a mãe adotiva seja punida. Entretanto, a preocupação maior deve ser com o futuro dessa criança, afinal, segundo a psicóloga Regina Elia, a mãe adotiva é que projetou os seus problemas na pequena, agindo com a violência física e psicológica, ao invés de educá-la.

"Alguns traumas da violência doméstica podem fazer com que a criança se culpe por estar sofrendo desse jeito, às vezes, ela pode até se agredir por achar que é a causa destes problemas. Outra conseqüência é a agressão como uma forma de defesa, pois como ela não consegue se defender dos maus-tratos e acaba descontado em outras pessoas, principalmente nos coleguinhas", aponta.

A melhor forma dela se recuperar é recebendo muito carinho e atenção, pois ainda há o fato da pequena ser rejeitada pela mãe biológica. "Ela precisa reinterpretar esse mundo e saber a diferença de fato do bem e do mal, isso é possível através dos contos de fada, por exemplo, que delimitam o que é cada um, afinal, não há herói que é meio bonzinho, não é?".

Regina explica que 50% da formação da personalidade depende do meio em que a criança vive. "Se mesmo as características ruins não fizerem parte da genética dela, um ambiente agressivo é algo determinante para que ela se torne um adulto mais violento", diz. Para que ela não viva também isolada e cresça de forma saudável, o próximo passo é resgate a sua autoestima.

Por ordem da Justiça, a procuradora perdeu a guarda provisória da menina e foi suspenso o pedido de adoção definitiva. A criança foi transferida para um abrigo, que não teve o nome divulgado, onde recebe assistência psicológica.

Por Juliana Lopes

 

Postado por Sabrina e Luana às 19h59
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Nesta sexta-feira (14/5/2010), Ivete Sangalo posicionou-se a respeito dos maus-tratos contra crianças. A cantora está indignada com o caso da promotora que espancou a filha adotiva de apenas 2 anos de idade. A baiana, que é mãe do pequeno Marcelo, desabafou por meio de seu perfil no Twitter. "Meu Deus, como pode isso acontecer? O que leva uma pessoa a fazer isso. Fico muito triste e revoltada. Vocês têm que vigiar também, na rua, na casa da vizinha, no restaurante, qualquer que seja o lugar. É preciso denunciar maus-tratos com crianças e idosos. Nós não podemos deixar essas coisas passarem em branco. Só vou sossegar quando se fizer justiça", avisou ela. 

Matéria publicada pela revista Contigo.

É isso vamos vigiar, todos juntos em uma só causa, proteção.

Postado por Sabrina e Luana às 19h50
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Pena pequena para crime grave

Punição prevista para quem é acusado de violência infantil, no caso de maus tratos a pena varia de dois meses a um ano. Se a agressão resultar em lesão corporal de natureza grave, a pessoa pode pegar de 1 a 4 anos. Já no caso de morte, o agressor pode ser condenado de 4 a 12 anos.

- A punição é até leve, infelizmente.

Postado por Sabrina e Luana às 19h44
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Denúncia recorde de violência infantil 

A morte da menina Sóphie, de 4 anos, por maus-tratos, encorpa a estatística da violência infantil: o número de denúncias diárias deste ano, 92, já é o maior desde maio de 2003, quando foi criado o Disque Denúncia de Proteção contra Abuso e Exploração contra Crianças e Adolescentes. 

  Brasil recebe 92 denúncias por dia   

Carlos Braga, Márvio dos Anjos, Jornal do Brasil

  A morte da menina Sophie Zanger, de 4 anos, em decorrência de maus-tratos, engrossa algumas das estatísticas mais vergonhosas do Brasil a respeito da violência infantil. E a tendência de crescimento do número de casos está longe de parar.   Até maio deste ano, o número de ligações anônimas apontando todos os tipos de violência contra menores (maus-tratos, abuso sexual, negligência) foi de 13.945 – um pouco superior ao total de 2006, de 13.830. No ano passado, foram anotadas 32.588 ligações. Boa parte do crescimento desse número pode ser creditada à maior divulgação do serviço de informação confidencial. Ao mesmo tempo, também significa que o Brasil superou aspectos tolerantes em relação à violência doméstica. 

– É preciso considerar que o Estatuto da Criança e do Adolescente criou um sistema relativamente novo, que faz em julho 19 anos, e que tudo corre lentamente no Brasil – afirma o pediatra Lauro Monteiro, editor do site Observatório da Infância – em que a família mera tida como sacrossanta. Antes, acreditava-se que só os pobres espancavam e abusavam de seus filhos. Além disso, há a questão da persistência do machismo e da dominação no lar, mas estamos melhorando nessas temáticas. 

De fato, são as meninas que mais sofrem com a violência. Das 165.346 vítimas contabilizadas pelo Disque Denúncia, 62% são do sexo feminino e 38%, do sexo masculino. 

– A Justiça precisa entender que determinados mecanismos não dão certo. Muitas vezes, a criança delinque, é levada ao juiz, o juiz libera e fala para a criança voltar em uma semana. Obviamente, ela não volta. É necessário criar medidas mais radicais.   O deputado estadual Alessandro Molon (PT), membro Comissão de Assuntos da Criança, do Adolescente e do Idoso, é outro que admite a falha do estado no caso. 

– É evidente que nesse caso o estado brasileiro falhou. Trata-se de uma menina de 4 anos que ficou desprotegida. Essa morte estúpida poderia ser evitada se as instituições tivessem agido com um mínimo de presteza, já que essa situação parece que perdura havia dois anos. Não há dúvida que nossa comissão tem o dever de discutir medidas que tornem mais ágil a Justiça e contribuir para proteger as crianças.  

FONTE:  Jornal do Brasil

 

 

Postado por Sabrina e Luana às 19h49
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Video realizado na aula com o Movie Maker

Postado por Sabrina e Luana às 19h18
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GUIA PRÁTICO DE IDENTIFICAÇÃO DE MAUS-TRATOS

 1º passo: Observação do Comportamento da Criança
- Teme exageradamente os pais.
- Falta constantemente à escola, devido ao período de convalescença e processo de cicatrização dos maus-tratos sofridos.
- Geralmente é uma criança nervosa e em constante estado de alerta.
- Busca ocultar as lesões sofridas por temer represálias por parte do agressor.
- Pode tornar-se extremamente tímida e desconfiada com relação a todos que a cercam.
- Pode vir a tornar-se depressiva, isolada e muito triste.
- Choro insistente e sem explicação de crianças de tenra idade à aproximação do pai, mãe, babá, ou outro cuidador.
 

2º passo: Observação do Comportamento do Agressor
- Não vê a criança como um sujeito de direitos, mas sim como um objeto de sua propriedade.
- Descreve a criança como preguiçosa, de má índole e causadora de problemas.
- Defende a aplicação de disciplina severa.
- Demonstra irritação e pouca paciência com o comportamento próprio das crianças. (Ex: Correr, falar alto, sujar a roupa, etc).
- Mente quando indagado sobre a causa das lesões da criança, dificilmente reconhecendo sua culpa.
- Atribui à criança a causa de problemas existentes no lar.
- Temperamento autoritário e controlador.
- Pode apresentar distúrbios psicológicos ou psiquiátricos.

3º passo: Observação do Comportamento da Família
- Geralmente ocorre a cumplicidade silenciosa entre os cônjuges.
- Rigidez exacerbada no que diz respeito aos valores religiosos, morais e educacionais. 

- Registro de violência doméstica contra a mulher.   

                        

 


IMPORTANTE: devemos basear um diagnóstico de maus-tratos levando em consideração um conjunto de características e não apenas fatos isolados.

 Quer saber mais? Acesse o site.

Postado por Sabrina e Luana às 20h55
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Em média, 18 mil crianças são vítimas de violência doméstica por dia no Brasil. 

O perigo está mais próximo do que se imagina. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram que 80% das agressões físicas contra crianças e adolescentes foram causadas por parentes próximos. Ainda de acordo com o Unicef, de hora em hora morre uma criança queimada, torturada ou espancada pelos próprios pais.

Segundo o professor Vicente Faleiros, do Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília (UnB), cerca de 70% das denúncias de agressão física contra crianças foram praticadas pela própria mãe. O professor afirma ainda que o abuso sexual normalmente é praticado pelo pai ou padrasto.

Os tipos de agressão infantil são diversos. Os mais comuns são a violência física, a psicológica e a sexual.

Na nossa opinião bater definitivamente não é a melhor solução. Para nós, o ideal é o diálogo, pois é mais eficaz explicar para a criança as conseqüências de seus atos e como você se sente decepcionado com isso, do que bater nela. Além de melhorar o relacionamento com a criança, esse tipo de atitude acaba evitando que ela se torne um agressor no futuro.

Entre as causas da violência infantil está o trauma de quem foi agredido quando criança. Pais que quando crianças foram vítimas de violência doméstica tendem a repetir as agressões em seus filhos.

  O que levaria o agente agressor a tanta barbárie? 


violencia.jpg

Denuncie

Quem suspeita de que uma criança esteja sofrendo agressão de qualquer forma deve encaminhar a denúncia para o Conselho Tutelar ou para o Ministério Público de sua cidade o mais rápido possível. Se ficar provado que a criança é vítima de maus tratos, o agressor será punido, e a guarda da criança passará a ser do parente mais próximo.

No caso de maus tratos, a pena varia de dois meses a um ano. Se a agressão resultar em lesão corporal de natureza grave, a pessoa pode pegar de 1 a 4 anos. Já no caso de morte, o agressor pode ser condenado de 4 a 12 anos. Para saber qual o telefone do Conselho Tutelar mais perto de sua casa, ligue para o número 100 (ligação gratuita).

Postado por Sabrina e Luana às 20h05
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Neste blog iremos falar sobre violência infantil,um assunto cada vez mais comum nos dias de hoje.Os índices de crianças que sofrem com maus tratos aumentam a todo e a cada dia. É considerada violência infantil toda agressão que tem como vítimas crianças e adolescentes e é geralmente cometida pelo responsável que deveria cuidá-los. Inclui basicamente quatro tipos de situações: a física, a psíquica ou emocional, a negligência e/ou o abandono e o abuso sexual.

Texto escrito por : Sabrina Souza e Luana Alves alunas dos

Cursos de Psicopedagogia e Pedagogia do Unilasalle Canoas.

Disciplina: Informática e Multimeios na educação/ Prof. Margo Mantovani.

Postado por sabrina e luana às 21h49
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